Discursos e Depoimentos

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“Querida: belo livro, me surpreendeu de várias maneiras.Você fez não apenas a arqueologia do passado, de nossas vidas,mas ofereceu ao leitor algo novo, novos nomes e fatos. Um trabalho exemplar!” (Affonso Romano de Sant’Anna, poeta e jornalista, ex-presidente da Biblioteca Nacional). 

“Estou curtindo demais a leitura, depoimentos. Abordagem direta, inédita, onde os fatos falam mais alto que personagens e depoimentos. Tipo quem fez o que. A marca na história que volta a se repetir – até quando- o atraso interno e o mico internacional de quem marca contra. A legião de iludidos e insensatos que condena o povo, e, por consequência, eles próprios à submissão permanente de uma casta inescrupulosa e insaciável de dinheiro e poder. Parabéns, Ana Helena” (Alfredo Daudt, militar legalista)

“Cada Capítulo é mais emocionante que o outro. Este LIVRO é IMPERDÍVEL.” (Consuelo Miranda e Souza) 
“Quando o MEC deixava eu trabalhar e dar aulas de Jornalismo eu gostava de desafiar meus alunos. Fiz diversos desafios. Ana Helena Tavares foi uma dessas “vítimas”. Eu estava editor do Jornal da Faculdade em uma das diversas vezes que tive essa oportunidade, como no momento em que escrevo, essa curta “resenha”, e soube que Washington Olivetto, publicitário figurinha carimbada, estava no Rio de Janeiro. Folgado que sempre fui achei que era possível fazer uma entrevista com ele para o Jornal. Liguei pra Ana e ela me perguntou: “O que eu faço?”. Respondi apenas: “Se vira”. E ela se virou e trouxe a entrevista que rendeu manchete de capa e duas páginas internas. Guerreira foi à luta e ralou durante 5 anos pra escrever esse guerreiro trabalho. Não deve ter sido fácil para uma jovem repórter talvez com lenço e mas sem documentos que lhe carimbassem no currículo uma matéria assinada nos Globos ou Folhas da vida. E conseguiu ouvir um timaço que não dá pra citar aqui pois não saberia por quem começar. Só feras. Que vivenciaram, viveram e … tiveram medo da Ditadura. Quem quiser entender o país em que vivemos hoje não pode deixar de fazer o que fiz. Dediquei alguns dias ao livro a aprendi muito.” (PC Guimarães, jornalista e professor)